Caref também questiona CA sobre nova reestruturação do BB

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Segundo o Caref, nada disso foi pautado ou debatido no CA, órgão máximo de governança do BB, onde se decidem as questões estratégicas do banco. “É no mínimo desrespeitoso com os funcionários e um acinte às boas práticas de governança vazar medidas desta maneira”, apontou Fabiano, que também soube das informações pela imprensa.

Os funcionários foram surpreendidos na sexta-feira (8) pela notícia de nova reestruturação no Banco do Brasil, veiculada pelo jornal Correio Braziliense e replicada em outros órgãos de imprensa. A matéria atribui as informações a “interlocutores ligados ao presidente do BB” e aponta a intenção do banco de aumentar a terceirização, criar novo plano de demissão incentivada direcionada a funcionários próximos da aposentadoria, forçar a transferência de funcionários para outras localidades, implantar remuneração por venda de produtos, reduzir despesas de pessoal, criar mais escritórios digitais, fechar agências ou transformar em postos de atendimento.

A notícia circulou rapidamente nas dependências do banco e gerou um clima de insegurança e grande descontentamento entre os funcionários, uma vez que as medidas podem afetar profundamente suas vidas profissionais e suas relações com o banco.

Não é a primeira vez que medidas estratégicas do banco são anunciadas pelos jornais, negadas pela diretoria da empresa e depois implantadas. No plano de demissão incentivada anterior, o PEAI, aconteceu a mesma coisa.

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