Bancários do Itaú sofrem com metas e mudanças nas regras do programa Agir

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Além disso, bancários denunciaram que as contabilizações têm sido feitas de forma incorreta, retirando pontuação dos trabalhadores. Da mesma forma, mudanças de regras promovidas pelo Itaú, unilateralmente, também têm prejudicado muitos bancários das Emps (segmento de atendimento a empresas) e das agências.

A situação chega ao ponto de o banco cobrar metas que não serão pontuadas no programa sem que os trabalhadores sejam previamente avisados. Há também denúncias de mudanças de regras que retiram pontos de bancários que estariam elegíveis a receber a remuneração caso não fossem feitas as alterações.

Os representantes dos funcionários, por meio da Comissão de Organização dos Empregados (COE-Itaú), já cobraram do banco a discussão sobre as regras do AGIR. O Itaú, porém, segue se negando a negociar.

 

No dia 1º de março deste ano, bancárias e bancários do Itaú receberam a segunda parte da PLR. O valor correspondeu ao máximo previsto na Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), equivalente a 2,2 salários, limitado a R$ 26.478,55. No mesmo dia, os funcionários receberam parcela correspondente à PLR Adicional no valor de R$ 4.487,16, descontados os valores pagos antecipadamente.

Com informações do Seeb BH