Bancário do Bradesco transforma a dança de salão em ferramenta de saúde, cultura e convivência

Bancário do Bradesco, Marcelo Antunes acaba de dar um novo passo em um projeto que une cultura, saúde e convivência social. Ao lado da esposa, Elenice, ele inaugurou no dia 17 de janeiro um novo estúdio de dança de salão, localizado na Rua Dr. Cassiano, 446/1, em Pelotas, consolidando uma trajetória construída ao longo de quase uma década dedicada ao ensino da dança.

O espaço próprio surgiu como resposta ao crescimento da procura pelo trabalho do casal. “Devido à demanda crescente de trabalho precisamos repensar nossa organização e é nesse momento que sentimos a necessidade de ter um lugar para atender melhor as necessidades de nossos alunos”, explica Marcelo. Segundo ele, a organização do estúdio foi rápida e intensa. “Somos muito da ação e em exatamente dois meses e dezessete dias, organizamos o espaço”, assegura.

A inauguração foi seguida por uma semana de aulas abertas ao público, que surpreenderam pela grande adesão. “Na semana seguinte à inauguração realizamos aulões de salsa, soltinho, Zouk, Bachata e pagode como ‘degustação’ para quem quisesse conhecer nosso trabalho e o novo espaço”, relata. Mesmo em período de férias, a procura superou as expectativas. “Pensamos em baixa procura, mas para nossa surpresa, cada dia de aula contou com um número expressivo de pessoas, o que nos obrigou a abrir lista de espera”, ressalta.

O projeto é desenvolvido em parceria com a esposa, o que Marcelo aponta como um diferencial. “Eu e minha esposa trabalhamos juntos como professores de dança de salão e ambos possuímos formação para essa atividade. Então, ao contrário de outros profissionais, que um é o professor e o outro parceiro, somos os dois habilitados a dar aulas de dança de salão”, destaca.

Início da trajetória

A dança entrou na vida do casal em 2017, inicialmente como lazer. “Começamos quando morávamos em Santa Cruz do Sul e fazíamos aulas de dança de salão por lazer”, recorda Marcelo. O envolvimento crescente levou ao convite para atuar como monitores da escola. “Tivemos Feedbacks positivos de alguns colegas que diziam tínhamos muito jeito para ensinar. Mas dar aulas não passava pela nossa cabeça”, complementa.

A decisão de seguir profissionalmente veio após a realização do curso de formação de professores. “Acabamos realizando, por curiosidade, o curso de formação de professores”, conta Marcelo. No mesmo período, surgiu a oportunidade de atuar em outra filial do estúdio, marcando a transição definitiva para o ensino da dança. “E aí começa nossa feliz entrada na dança de salão como profissionais”, completa.

Marcelo ressalta que ensinar dança exige preparo e planejamento. “Ao contrário do que muitas pessoas pensam, é preciso preparar, elaborar, planejar, compreender as diversas dificuldades que existem na turma, para trabalhar de acordo com isso”, afirma. Para ele, o objetivo é garantir que todos se sintam incluídos e em evolução. “Nosso interesse é que a pessoa que vai fazer uma aula sinta-se aprendendo, evoluindo”, aponta.

Para Marcelo, a dança de salão tem um papel transformador. “Desde que começamos na dança de salão como estudantes, percebemos o efeito transformador que essa atividade traz para a vida das pessoas”, afirma. Ele também observa que, apesar da forte presença da música na cidade, a dança ainda é pouco explorada. “Se a dança faz tão bem, e nós somos testemunhas disso, queremos que mais pessoas experimentem essa sensação que acreditamos ser maravilhosa”, valoriza.

O estúdio oferece turmas de forró, samba, bolero, soltinho, bachata e a turma especial “Para Dançar na Balada”, além de aulões em finais de semana. As turmas são organizadas por níveis, respeitando o ritmo de cada aluno. Marcelo também reforça que não é necessário ter par para participar. “A dança de salão é muito democrática porque acolhe todo mundo mesmo”, frisa. Com a abertura do novo espaço, o bancário reforça que a dança de salão vai além do entretenimento: é uma prática que promove saúde, integração social e qualidade de vida, valores que dialogam diretamente com sua atuação profissional e cidadã.

Redação: Vitor Valente/Seebpel

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