Sindicato e APCEF-RS realizam ato em defesa da Caixa Econômica Federal no aniversário de 165 anos do banco

A Caixa Econômica Federal completou 165 anos nesta segunda-feira, 12 de janeiro, e o Sindicato dos Bancários de Pelotas e Região e a Associação do Pessoal da Caixa Econômica Federal no Rio Grande do Sul (APCEF-RS) promoveram uma atividade em frente à Agência Pelotas para marcar a data. A ação contou com distribuição de material informativo, além de pipoca e bombons oferecidos à população e aos empregados como forma simbólica de comemoração e aproximação com a comunidade.

A atividade teve como objetivo valorizar a trajetória histórica da Caixa, reforçar a defesa do banco público e dialogar com a sociedade sobre os riscos do enfraquecimento da instituição. Os dois principais pontos de atenção levantados foram o fechamento de agências e o programa Super Caixa, cuja avaliação negativa é praticamente unânime entre os trabalhadores, com indignação registrada em todo o país. O movimento sindical tem solicitado à empresa a revisão desse programa e a abertura de diálogo, pois há diversos problemas apontados pelos bancários e bancárias.

Durante a mobilização, o diretor de Comunicação e Cultura do Sindicato, Lucas Cunha, destacou o papel social da Caixa e a necessidade de defendê-la como patrimônio público. “A Caixa é uma empresa com forte vocação social, que precisa ser valorizada. Por isso, este é um dia de comemorar o aniversário da instituição, de reconhecer sua importância e reafirmar que quem cuida do Brasil merece ser cuidado. Precisamos continuar defendendo a Caixa 100% pública, como temos feito ao longo de toda a sua trajetória, para que essa bandeira siga presente rumo aos 200 anos da empresa”, afirma.

A bancária aposentada do banco público e diretora da APCEF-RS, Cristina Gularte, foi enfática nas cobranças junto à direção do banco. “Para que a Caixa continue cumprindo seu papel social, é essencial que tenha condições de funcionamento: é preciso realizar concursos, contratar mais empregados e manter todas as agências abertas, garantindo um atendimento de qualidade à população”, explica.

O dirigente sindical reforçou o pedido pelo fim dos fechamentos de agências. “Não podemos admitir o encerramento de unidades bancárias em uma instituição que possui um papel social tão relevante. Defender a Caixa também é defender o atendimento presencial, que é essencial para a população mais vulnerável em todas as regiões do país. Seguiremos firmes nessa defesa, porque o atendimento público, presencial e de qualidade continua sendo necessário e indispensável para milhões de brasileiros”, finaliza Lucas.

Posts Relacionados