Desemprego pode continuar crescendo até 2026

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No Brasil, o cenário do desemprego é triste. Cerca de 15 milhões de pessoas estão sem trabalho e as perspectivas para o futuro não são nada boas. Os brasileiros podem ter de conviver por uma década em situação difícil e só retornar ao pleno emprego a partir de 2026, segundo o Ibre FGV (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas).

O chamado pleno emprego considera uma taxa de desemprego entre 8% e 10%. A previsão é de quem em 2026, o índice de desocupação no país cairia 10,1%. A última vez que o Brasil teve pleno emprego antes do golpe jurídico-midiático-parlamentar de 2016.

A partir daí, com a mudança radical na política e o avanço do ultraliberalismo, que desmonta o Estado e as políticas de inclusão social, o país começou a descer a ladeira e o índice de desemprego não parou mais de subir. A reforma trabalhista, defendida pela grande mídia e pelas forças conservadoras, que prometia gerar 8 milhões de emprego, caiu por terra. 

No fim das contas, a reforma só serviu para tirar os direitos dos trabalhadores, como denunciado diversas vezes pelo O Bancário. Com o governo Bolsonaro, o que era ruim, ficou ainda pior e a taxa de desocupação vem batendo recorde. No trimestre encerrado em agosto, era de 13,2%. Sem falar nas mais de 31 milhões de pessoas subutilizadas. 

Fonte: Sindicato dos Bancários da Bahia (SBBA)