No Brasil de Temer, desemprego cresce

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A agenda neoliberal imposta pelo governo Temer influenciou negativamente a vida do brasileiro, que assiste o aumento da desigualdade e do desemprego. No ano passado, o país demitiu mais do que contratou. Ao contrário do que afirmava o governo e a grande mídia a reforma trabalhista não retomou a geração de empregos e em dezembro, o saldo de postos de trabalho formais ficou negativo em 328.539.

As informações são do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados). Os dados ilustram a política de cortes aos direitos dos trabalhadores e a falta de oportunidade dos brasileiros, que para sobreviver migram para o mercado informal. Não esquecendo que o país hoje tem 12,6 milhões de desempregados.

Conforme Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (PNAD Contínua do IBGE), o Brasil perde em média, desde 2014, um milhão de postos com carteira assinada por ano. A reforma trabalhista aprovada por Temer desestruturou o mercado. Vide o trabalho intermitente, no qual empresas contratam esporadicamente e pagam apenas o período que funcionário trabalhou.

Fonte: SEEB Santos