Com Michel Temer, milhões vivem na miséria

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Depois de anos de redução, a desigualdade social volta a crescer no Brasil e milhões de brasileiros passaram a viver na miséria. Cerca de 50 milhões estão na linha da pobreza e têm renda familiar equivalente a R$ 387,07. Para se ter ideia, a renda per capita dos 20% que ganham mais equivale a 18 vezes o rendimento médio do que ganham menos.

A pesquisa do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), parte da Síntese de Indicadores Sociais 2017, comprova que a desigualdade aumentou consideravelmente com o governo Temer e todos os esforços feitos pelos governo Lula e Dilma para fazer o país avançar estão indo para o ralo.

Além do desemprego elevado, o encarecimento do preço dos produtos corroem a renda do cidadão. Cenário que tende a piorar com a reforma trabalhista. A nova lei achata ainda mais os salários e retira direitos importantes.

De acordo com o IBGE, a desigualdade cresceu em todos os níveis. Em geral, as mulheres têm salário inferior ao dos homens. Os trabalhadores pretos e pardos também recebem menos, são maioria entre os desempregados, têm menor grau de escolaridade, moram mal e começam a trabalhar bem mais cedo.

A pesquisa mostra que 39,6% dos trabalhadores ingressaram no mercado de trabalho com até 14 anos. Outros 60,4% começaram a trabalhar com 15 anos ou mais. A região Nordeste concentra o maior índice de pobreza – 43,5% da população se enquadram na situação.

SBBA

Foto: Folha Regional da Bahia