Ministro cotado para assumir a economia do possível governo Bolsonaro defende a privatização da Caixa

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Segundo o economista, a venda de empresas estatais seria uma forma de reduzir o endividamento público. “Vocês todos elogiam quando a Petrobras vende um ativo para reduzir a dívida, todo mundo bate palma para o Pedro Parente. A União tem que vender ativo. A Petrobras vende refinaria. E o governo pode vender a Petrobras, por que não?”

“É muito interessante isso porque o (Jair) Bolsonaro era associado ao seguinte: ‘não será vendida nenhuma’. Ele é uma posição estatizante etc. Agora vai ter uma resultante interessante, porque para mim são todas. Então, se não tem nenhuma e tem todas, deve ter algo aí no meio”, disse o economista.

“Eu acho que o Congresso aprova”, afirmou ele sobre um eventual projeto de privatizações. “Esse negócio de falar assim ‘olha, até você convencer’… não tem que convencer. Se os liberais democratas estiverem no governo, eles vão aprovar um plano de privatização.”

“Se, por exemplo, você vai para uma distribuidora da Eletrobras, daqui a pouco vai faltar luz no Maranhão, vai faltar luz no Amazonas, vai faltar em Rondônia. (…) Esse modelo já se esgotou há 10, 15, 20 anos. Só que a classe política se aboletou, aparelhou e não sai de cima. E está atrasando o desenvolvimento do Brasil, porque eles não investem, não têm capacidade de investimento e ao mesmo tempo é um monopólio público, o privado não consegue entrar.”

Guedes defendeu ainda a venda de imóveis que pertencem à União. Segundo ele, são “700 mil imóveis”, como “o Ministério da Fazenda que tem no Rio de Janeiro”.

Com informações do G1 e Globo News

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