Assassinatos de negros e mulheres continuam no Brasil

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Leila Arruda, ex-candidata nas recentes eleições a prefeita pelo PT em Curralinho, ilha de Marajó, no Pará, foi assassinada pelo ex-marido na última quinta-feira (19). Mais uma vítima de feminicídio, Leila Arruda tinha 49 anos e foi fundadora do Movimento de Mulheres Empreendedoras da Amazônia (Moema).

Além dos assassinatos de João Freitas, em Porto Alegre, e Leila Arruda, no Pará, também ganhou destaque, em todo o país, as ameaças à vereadora eleita Ana Lúcia Martins (PT). Ela é a primeira mulher negra eleita para a Câmara de Vereadores de Joinville, no Norte de Santa Catarina. Há uma semana, ele vem recebendo ataques em redes sociais e até ameaças de morte.

Para marcar o repúdio da categoria bancária à violência contra mulher, está marcado um novo tuitaço, para a próxima quarta-feira (25), ao meio-dia, com a hashtag #RespeitaAsMinas.

Fonte: Contraf-CUT, com edição Seeb Pelotas

Arte: Seeb Pelotas