Desemprego atinge mais as mulheres e os negros

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Que o Brasil é, atualmente, o país da desigualdade ninguém tem mais dúvida e o Temer não faz nada para mudar a realidade. Mas, os dados só fortalecem.

A discriminação de gênero e racial são percebidas até quando o quesito é desemprego. Dos 13,2 milhões de brasileiros fora do mercado de trabalho, o percentual de mulheres foi 15% e o de homens, 11,6% no primeiro trimestre deste ano. O índice de pessoas negras alcançou 16% e o de brancos em 10,5% no período.

A pesquisa do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) ainda estabelece que o perfil do desempregado no país é de mulher, nordestina e com idade entre 18 e 24 anos. Piauí, Sergipe, Maranhão, Pernambuco e Rio de Janeiro foram os estados que tiveram aumento no número de desocupados.  O percentual de pessoas com ensino médio desempregadas ficou em 22% e as com nível superior, 6,6%.

A parcela mais sensível da população paga a conta do golpe. De 2016 até hoje, houve um aumento de mais de 1,8 milhão de idosos no mercado de trabalho. Enquanto o número de idosos trabalhando aumentou 8%, o índice de trabalhadores com idade entre 25 e 39 anos cresceu apenas 0,9%.

Fonte: SBBA

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