Banqueiros querem mais exploração

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A ganância dos empresários e mais ricos não tem mesmo limites. Depois de aprovada a reforma trabalhista e a ampliação das terceirizações, frutos das manobras entreguistas do governo Temer, os mais ricos ainda tem a audácia de reclamar da “deforma” que entra em vigor em novembro no país.

A birra ocorreu em uma reunião da Câmara de Comércio Brasil-Estados Unidos (Amcham). Entre as queixas, o representante do banco Sumitomo Mitsui Brasileiro, Gustavo Salgado, criticou um dos itens da reforma que adota um regime mínimo de um ano e meio para contratar como terceirizado um trabalhador demitido. É demais.

É por isso que a resistência dos trabalhadores deve crescer assim como acontece na categoria bancária, que tem os direitos garantidos em convenção coletiva pelo menos até 2018 e que foi uma das poucas categorias que fechou reajuste com aumento real em 2017. A luta tem de continuar. É preciso revogar os desrespeitos e derrubar a ganância dos poderosos.

Seeb – Bahia

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