Sobe o número de endividados no país

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No governo Temer, o desemprego explode no Brasil. Sem trabalho, os brasileiros não conseguem honrar os compromissos financeiros. Segundo dados da PEIC (Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor), divulgada pela CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo), 58,4% das famílias brasileiras acumulavam dívidas em setembro de 2017, elevação de 0,4% em relação ao mês anterior.

A proporção de famílias que declararam não ter condições de pagar as contas ou dívidas em atraso, ou seja, continuam inadimplentes, também subiu. Em setembro de 2017 chegou a 10,3% das famílias, o maior patamar da série histórica (iniciada em janeiro de 2010), ante 10,1% em agosto de 2017 e 9,6% em setembro de 2016.

Tempo de atraso
O tempo médio de atraso para o pagamento de dívidas foi de 64,3 dias em setembro de 2017, maior do que os 63,2 dias registrados em igual período do ano passado. Em média, o comprometimento com as dívidas foi de 7,3 meses, sendo que 34,1% das famílias possuem débitos por mais de um ano.

Para 76,4% das famílias que possuem dívidas, o cartão de crédito é o principal vilão, seguido dos carnês (16,2%) e crédito pessoal (10,3%).

Seeb Bahia

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