Lutar contra entreguismo é defender o país

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Entregar o país ao mercado é o plano de Temer. Por isso, os trabalhadores brasileiros fortalecem a luta em defesa da soberania nacional e contra as privatizações anunciadas pelo governo.

Com o apoio da grande mídia, o governo tenta convencer a população de que a privatização é positiva. Mas, a verdade é que vender o patrimônio do povo para gerar receita não resolve o problema do país, cuja política econômica é restritiva, que desestimula a atividade e o investimento. Ou seja, o desequilíbrio fiscal será constante.

De acordo com especialistas, privatizar não é necessariamente ruim, desde que mantido e reforçado o papel regulador, fiscalizador e controlador do Estado. O que, definitivamente, não acontece no Brasil. O governo toma decisões precipitadas no afã de gerar verba para cobrir parte do déficit fiscal.

No intuito de reduzir o rombo da meta fiscal, de R$ 159 bilhões, Temer prepara um pacote de privatização, cujo objetivo é arrecadar quase R$ 90 bilhões até o fim de 2018. Do total, R$ 28 bilhões até o fim de 2017 e outros R$ 61 bilhões no ano que vem.

Entre as estatais que correm risco estão os bancos públicos, essenciais para o desenvolvimento do país. O processo de desmonte já começou no BB, BNB e Caixa, com redução do quadro de pessoal e iniciativas que visam o sucateamento das empresas.

Fonte: SEEB Bahia

 

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