Lucro do Santander Brasil cresce 29% e impulsiona resultado global do banco

LUCRO-SANTANDER

O Santander Brasil, maior banco estrangeiro do país, teve lucro líquido gerencial (sem considerar a amortização de ágio) de R$ 2,335 bilhões no segundo trimestre deste ano, alta de 2,4% em relação ao lucro de R$ 2,280 bilhões no primeiro trimestre. Já o lucro societário do banco foi de R$ 1,879 bilhão, 3% maior que no período anterior. No mesmo período de 2016, o banco havia registrado lucro líquido de R$ 1,806 bilhão.

No balanço divulgado nesta sexta-feira (28), o Santander Brasil informou ainda que o lucro no primeiro semestre deste ano foi de R$ 4,615 bilhões, alta de 33,1% em relação ao primeiro trimestre de 2016 (R$ 3,466 bilhões).

A carteira de crédito líquida do banco recuou 0,2% frente ao trimestre anterior, somando R$ 239,535 bilhões. Em relação ao mesmo período de 2016, a carteira avançou 5,2%.

O índice de inadimplência do banco acima de 90 dias melhorou. Atingiu 2,9% do total da carteira de crédito, 0,3 pontos percentuais abaixo de junho de 2016 (3,2%) e 0,5 pontos abaixo do nível de dezembro de 2016 (3,4%).

O patrimônio líquido consolidado do Santander cresceu 5,3% em comparação a dezembro de 2016 e 1,7% frente a junho de 2016.

Espanha

O espanhol Banco Santander obteve um lucro líquido de 3,616 bilhões de euros até junho, 24% mais que um ano antes, devido, em sua maioria, ao aumento dos investimentos, ao controle de custos e à melhora das provisões para insolvências.

Segundo a entidade informou à Comissão Nacional do Mercado de Valores (CMVM), regulador da bolsa espanhol, o valor inclui uma contribuição de 11 milhões de euros procedentes do Banco Popular, que o Santander adquiriu recentemente, pelo que o seu impacto no Grupo é ainda pouco significativo.

“Continuamos cumprindo os nossos compromissos, com crescimento rentável e um aumento na qualidade dos nossos resultados em todo o Grupo”, explicou a presidente do Santander, Ana Botín, acrescentando que o negócio “mostrou tendências positivas em todos os mercados”, sobretudo na América Latina, e melhorou muito na Espanha e no Reino Unido “apesar do ambiente”.

Com informações da Fetrafi-RS e G1

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