Greve Geral em Pelotas pede a saída de Temer e o fim das reformas

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Durante toda a sexta-feira (30), os movimentos social e sindical de Pelotas estiveram mobilizados em defesa dos direitos dos trabalhadores. Nas agências bancárias, apenas o autoatendimento esteve funcionando. Nas portas dos bancos e pelo centro da cidade, os diretores do Sindicato dialogaram com a população afim de explicar os retrocessos que estão sendo colocados em práticas por meio da política de redução do Estado colocada em curso por Temer (PMDB) com o apoio de um Congresso envolto em escândalos de corrupção.

Mesmo com a organização dos trabalhadores e o constante diálogo junto à sociedade, a Reforma Trabalhista avança.  A previsão é de que ela seja votada, no plenário do Senado, já na quarta-feira (5). Basta a maioria simples dos senadores para a sua aprovação.

Apáticos, depois do impeachment da ex-presidente Dilma, os que foram às ruas para condenar o suposto crime de responsabilidade fiscal, atribuído apenas ao governo petista, hoje, se calam, assumindo, vergonhosamente, uma relação de cumplicidade com aqueles que pretendem retirar os direitos dos trabalhadores em benefício da iniciativa privada. O maior objetivo é fazer com que o negociado passe a prevalecer sobre o legislado, colocando os trabalhadores em uma relação desigual com seus patrões.

Seeb Imprensa Pelotas

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